Então, primeiro dia de almoço seguindo o cardápio proposto pela nutricionista. Como ainda não cozinhei feijão pra acompanhar o arroz, por conta própria aumentei a quantidade de salada pra comer junto com uma omelete. Pra fazê-la, bati 1 ovo, juntei cebolinha picada e um dedinho de sal. Um pouco antes de fechá-la e virá-la, eu colocaria, de recheio, uma fatia fina de queijo minas frescal. Pois bem. Acontece que o gás canalizado do prédio, ainda em grandes botijas no térreo, acabou bem quando a massa de omelete começou a esbranquiçar. Aí começou a corrida...
Tenho medo de coisas mal cozidas (exceto da comida japonesa, propositalmente crua). Daí pensei no que poderia fazer. Olha a ideia de bocoió: coloquei a fatia de queijo por cima da massa de ovo ainda crua e fiquei com aquele acendedor de trempe de fogão esquentando o fundo da frigideira. Claro, não deu certo. Aí apelei pro forno microondas. E pra saber o tempo suficiente de cozinhar o ovo? Botei 5 minutos na potência alta! Isso é que é medo de comida crua... A omelete virou um cream cracker com cebolinha e o queijo queimou. Salvei o que podia e comi com a salada acompanhada de um suquinho.
Mas acho que foi isso que me rendeu uma dor de cabeça superchata o resto do dia. Bom, o importante foi que não me dei por vencida, não apelei pruma porcaria, né? Jogar a toalha no primeiro dia seria o início do fim. Mas ganhei!
Nenhum comentário:
Postar um comentário